É revolucionária e
anti-imperialista!
Quando estudantes denunciam o assédio o Estado finge que não escuta, mas quando estudantes se mobilizam para enfrentar as violências, o Estado responde de forma ágil com agressões.
Se não lutarmos com firmeza contra os desvios reformistas e eleitoreiros da majoritária da UBES e a estrutura burocratizada na qual a entidade está afundada hoje, estaremos lutando apenas pelo controle dessa máquina burocrática montada pelos governistas.
Diante da vitória do governismo, quais são os próximos passos para aqueles que estão comprometidos e dispostos a levar até às últimas consequências os interesses e demandas do corpo estudantil, da classe trabalhadora e dos povos oprimidos do Brasil e do mundo?
Essa entidade tem um dever fundamental: unificar e organizar os estudantes de todo o Brasil para lutar por melhorias e contra os ataques que são feitos à educação.