É revolucionária e
anti-imperialista!
Esse cenário representa, antes de qualquer coisa, a política liberal de ataque à educação pública que tem como suas expressões o corte no financiamento, a política de austeridade fiscal e o caminho aberto para a terceirização das estruturas públicas.
A força das mobilizações, até agora demonstrada, foi fruto direto das articulações entre os estudantes e servidores organizados! Não é à toa que a USP deseja controlar mais e mais os espaços estudantis, pois é neles que uma real reação pode ser alcançada.
Não precisamos de uma educação que adeque os estudantes ao sistema capitalista, mas sim engajada e comprometida com a sua derrubada!
Quando estudantes denunciam o assédio o Estado finge que não escuta, mas quando estudantes se mobilizam para enfrentar as violências, o Estado responde de forma ágil com agressões.