Expressamos nosso total apoio aos estudantes da UFPR, que demonstraram coragem ao resistirem aos ataques da extrema-direita, ao mesmo tempo em que condenamos com veemência quaisquer tentativas de intimidação ou perseguição contra esses estudantes.
Expressamos nosso total apoio aos estudantes da UFPR, que demonstraram coragem ao resistirem aos ataques da extrema-direita, ao mesmo tempo em que condenamos com veemência quaisquer tentativas de intimidação ou perseguição contra esses estudantes.
A expansão deve ocorrer com qualidade, garantindo e compreendendo que as estruturas já existentes da UFRGS precisam também ser refundadas, consolidadas e reconstruídas — a integração da UFRGS neste âmbito está muito aquém da que precisamos.
É inegável as consequências de se colocar um serviço público nas mãos de uma empresa cujo principal objetivo é o lucro, pouco se importando com a qualidade dos alimentos servidos e da saúde dos usuários do serviço.
A universidade precisa, sim, tomar partido. Ela deve conscientizar e mobilizar sua comunidade para resistir à precarização imposta. O enfrentamento contra o arcabouço fiscal e todas as medidas liberalizantes que sufocam a educação é indispensável.
Na nossa leitura é fundamental fortalecer o bloco de oposição de esquerda tanto na UNE, como na UFMG em si. Um bloco capaz de disputar com uma linha política consequente à política rebaixada que a majoritária apresenta e construir outro projeto de entidade e de Movimento Estudantil.
Observamos no último período a manutenção da postura da União dos Estudantes da Bahia, enquanto linha auxiliar do projeto neoliberal, conduzido pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
O PCBR e a UJC e os estudantes que se solidarizam com a causa palestina repudiam veementemente essa pesquisa e seu conteúdo distorcido, que serve à propaganda sionista. Denunciamos a tentativa de legitimar os crimes de Israel e justificar o genocídio palestino.
Essas e outras medidas agitadas como solução, que não perpassam o fim do Novo Teto de Gastos, são incapazes de romper com o sub-financiamento da educação e suas políticas e programas.
O que foi colhido até agora são fatos e vídeos que mostraram que no processo de eleição para o Conune nós sofremos diversos episódios de transfobia e violência por parte da chapa 02 (UJS e JPT) explicitados aqui.
Não podemos aceitar a vilanização juvenil como saída pros nossos problemas. Muito menos devemos nos conformar ao velho projeto burguês de escola disciplinadora: não uma escola do povo, mas uma escola para formar mão de obra obediente, calada e explorável.
Mesmo após 100 dias das eleições para o DCE da UFPA, a gestão eleita ainda não tomou posse. Enquanto o governo federal ataca nossos direitos, nos perguntamos: onde está o DCE?
A simples representação simbólica de mulheres em cargos ou mídias, quando não acompanhada de práticas políticas concretas, não responde às reais demandas de gênero.
Defendemos a estatização de todas as instituições de ensino superior, a conversão de todas as matrículas EAD em presenciais e a expansão massiva das universidades públicas, com garantia universal de acesso e permanência.
Construir o futuro é forjar no presente a consciência, a organização e a luta necessária para uma nova sociedade: uma sociedade onde a educação não seja mercadoria, o trabalho não seja exploração, e onde a vida humana não seja subordinada ao lucro.
Embora concordemos com a necessidade de maior transparência nas entidades como um todo e uma apuração consequente dos fatos apresentados, também entendemos que seria um problema gravíssimo que o DCE atrasasse a realização de um novo processo eleitoral para após a finalização da apuração.